domingo, 25 de setembro de 2011

Como são os cavalos em todo o mundo?

  • Bélgica
Belgian FlagO cavalo Projeto belga, também conhecida como Cavalo pesado belga, Brabançon ou Brabant, é uma raça de cavalos projecto da região Brabant da moderna Bélgica, onde é chamado de traço de Cheval belge ou Flamengo: Belgisch Trekpaard. É um dos mais fortes das raças pesadas.

Os Belgas ainda são utilizados como animais de trabalho, mas também se tornaram populares como cavalos de show, e cavalos de prazer de condução. As raças Brabant e restantes relacionados na Bélgica hoje também são desejáveis ​​para a carne de cavalo, produzindo uma carne macia que é considerado uma iguaria

Cavalo em Flamengo é paard.


Horse in BelgiumHorse in BelgiumHorse in BelgiumHorse in Belgium Horse in Belgium
 Horse in Belgium
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 Horse in Belgium
 Horse in Belgium
 Horse in BelgiumHorse in Belgium

Novo visual

Olá, Amantes de Cavalos!
Já devem ter reparado na diferença do visual anterior com o de agora. Como já chegou o Outono, pensei em mudar o visual do Blog, já que era assim um pouco antiquado, em pôr cores frias (principalmente o azul).



Agora gostavas se saber do que vocês dizem sobre o aspecto novo. Para isso vou fazer uma sondagem...
As escolhas são:
  1. Adoro o novo tema!
  2. Muito melhor do que o anterior.
  3. Gosto.
  4. Não gosto!
  5. Estava melhor o anterior...

(A sondagem termina dia 8 de Outubro)
Participem!

Novo filme


A mais nova produção cinematográfica, War Horse, tem como plano de fundo a Primeira Guerra Mundial, onde Joey, um cavalo com um sinal em forma de cruz no focinho, é vendido ao exército e enviado à Europa, onde se desenrola a Primeira Guerra Mundial.
Entregue a um oficial, o animal se torna um cavalo de batalha, testemunhando o horror do conflito na França. A coragem de Joey toca os soldados, enquanto o cavalo sofre pela ausência de Albert, o filho do fazendeiro pois foram separados quando Joey foi vendido. Albert, apesar de muito novo pra se alistar, parte para a França para salvar seu amigo. Será que ele verá seu dono verdadeiro outra vez?
War Horse chega aos cinemas no dia 06 de janeiro de 2012.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Diferenças entre Bridão e Freio (Embocaduras)


Todas as pessoas que montam sabem que existem vários tipos de embocaduras que podem ser utilizadas nos cavalos. Os mais comuns são os bridões e os freios. Mas, qual a embocadura correcta para um determinado tipo de cavalo? Qual a diferença entre as embocaduras mais comuns?
Os bridões são as embocaduras articuladas, ou seja, que se dividem por meio de um articulação no meio da barra (parte que vai dentro da boca do cavalo); existem bridões que possuem mais de uma articulação, para um efeito mais directo na boca do cavalo. Os bridões podem ter em suas extremidades as argolas, ou as pernas, onde são atadas as rédeas. Existe uma variação no tamanho das argolas, de acordo com a utilização desejada pelo cavaleiro. Bridões com argolas maiores tem mais efeito na boca do cavalo, pois a superfície de contacto da rédea na argola passa a ser maior. Os bridões de pernas geralmente usados pelos cavalos mais novos tem a função de dar mais sensibilidade e noção de direccionamento para os cavalos através das pernas.

Os freios são embocaduras com a barra inteiriça, sem articulações. Possuem pernas e geralmente têm acção mais forte na boca do cavalo. O freio possui a barbela, que serve como um "freio de carro" auxiliando na diminuição da velocidade através de uma alavanca criada no puxar das rédeas. A barra dos freios pode ser lisa ou com o passador de língua, que é uma elevação na barra, tornando o freio mais forte.

Freios e bridões são geralmente classificados como "leves" e "pesados". Na verdade estas classificações nada têm a ver com o peso do equipamento, mas sim com a acção por ele exercida na boca do cavalo. O material "leve" é o mais grosso, e o "pesado" é o mais fino. Ambos podem ser ocos ou inteiriços. Os ocos são mais leves e os inteiriços são os mais pesados.

domingo, 11 de setembro de 2011

Como são os cavalos em todo o mundo?

  • Bielorrússia
O cavalo não é uma visão rara na Bielorrússia e ainda é usado extensivamente na agricultura e configurações invocado para transporte.


Estes cavalos também são usados ​​para a competição de equitação, corridas de turismo e prazer de condução neste país.

Cavalo em bielorrusso é: kon (koHb)


Exame de Sela 4



Tal como tinha dito, eu passei a semana inteira sem ter oportunidade de vir ao Blog. Mas valeu a pena passar, pelo menos, 10 horas por dia a estudar e a treinar para o exame de Sela 4. Todos os que participaram, eu também incluída, fomos aprovados na sela 4! Parabéns a todos nós, ao meu instrutor, sempre com uma enorme paciência e muito obrigada à Manu Azoia e à Suzana por me darem boa sorte.

Não foi tão difícil como me tinham dito no início. Estive sempre tranquila do começo até ao fim.

Agora tenho a carta de condução para o resto da vida! :)

Raças (Cavalo de Sela Francês)

É conhecido principalmente como o cavalo da Cadre Noir, a congénere francesa de alta escola equestre real espanhola de Viena, e tem uma longa história.

Com uma altura de 160 a 170 cm, remonta o Normando, que se julga ter sido criado na Normandia há mais de mil anos e que o Guilherme, o Conquistador presumivelmente levou para a Inglaterra como cavalo de combate. Durante alguns séculos, não se soube nada sobre os cavalos Normandos.

Só a partir de 1683 é que Colbert introduziu os garanhões Berbére para fins de renovação da raça. Seguiram-se as raças dinamarquesas, e nos séculos XVIII e XIX, o Puro-Sangue e o Meio-Sangue Ingleses, com destaque para o Trotador de Norfolk.

Este equino é um excelente cavalo de sela e óptimo também para o desporto de alta competição. Na modalidade de Dressage clássica, porém, não consegue ser tão brilhante como o famoso Andaluz e o Lipizzaner.


domingo, 4 de setembro de 2011

Raças (Camargue)

A sua origem é obscura: alguns especialistas julgam que este cavalo (altura: 135 a 146 cm) é o descendente quase directo do cavalo de Solutré e Era Glaciar, outros consideram que a sua descendência remonta ao Berbere do Norte de África.

Os ''cavalos brancos de Camargue'', modestos e destemidos, vivem ainda hoje parcialmente em estado semi-selvagem em manadas de 40 a 50 animais, nas áreas pantanosas e nas pastagens do Sul de França.
No entanto, são regularmente examinados por especialistas. Os poldros são marcados a ferro; os garanhões com três anos de idade que não servem para a reprodução são apanhados e castrados.

Estes cavalos corajosos são uma ajuda imprescindível para os criadores de gado, sendo submetidos a exercícios de treino não isentos de perigo, para aprenderem a vigiar e a juntar os touros utilizados em touradas.
Quanto à agilidade, não ficam a dever nada aos cavalos americanos Western e aos Andaluzes. Além disso, estes animais, fortes e de passo seguro,são utilizados como montada para turistas, como cavalos de lazer e dão excelentes cavalos de trabalho. O Camargue, que só entre os cinco e os sete anos atinge a idade adulta, mas que é longevo, viu a sua raça reconhecida em 1968.

Aprender a montar



Para aprender a montar, o fundamental para ser bem sucedido mantém-se, quer seja o seu objectivo atravessar belas paisagens em passeios pelo campo, quer tenha sonhos de competir internacionalmente: um óptimo professor, um cavalo adequado e um ambiente seguro. Perante a vontade de aprender, aspectos como a idade e a existência de uma deficiência são aspectos irrelevantes, devendo, neste último caso, existir um aconselhamento médico e procura de uma escola e um professor qualificados.

Caso surja oportunidade de montar um cavalo ou um pónei de um amigo deve sempre adquirir bases sólidas podendo, para além de fazer aulas de equitação, pedir conselhos aos seus amigos com experiência na área e procurar em revistas de equitação as opções que lhe convém. Encontrar uma boa escola de equitação que lhe dê estas bases não é difícil, por exemplo em Inglaterra, a garantia de altos desempenhos é dada pelas escolas membros da Associação das Escolas de Equitação Britânicas e a aprovação pela British Horse Society reconhecida mundialmente; nos Estados Unidos, existe o Programa de Certificação do Instrutor de Equitação Americano, embora, segundo a Federação Equestre Nacional dos Estados Unidos, existam só instrutores que não cumpriram este programa.

Escolher uma Escola de Equitação:

Após ter feito uma pesquisa de possibilidades, faça uma visita as instalações e assista a uma aula para principiantes. Para avaliar a qualidade de uma escola deve ter em conta alguns pontos essenciais:
  • Cavalos e póneis que aparentem estar em boa forma e serem amigáveis; 
  • Cavalariças limpas; 
  • Arreios e equipamentos limpos e em boas condições; 
  • Estábulos, vedações e campos bem arranjados; 
  • Empregados simpáticos, alunos que pareçam satisfeitos e professores competentes.
Todavia, deve ficar reticente se observar:
  • Cavalos em más condições físicas e que ameaçam morder ou dar coices; 
  • Ferramentas e equipamento espalhado ao acaso; 
  • Arreios sujos ou partidos; 
  • “Paddocks” de má qualidade e edifícios e vedação em mau estado; 
  • Empregados antipáticos e professores rudes.
O Equipamento Essencial para montar:

O mais importante na compra de equipamento é você sentir-se confortável e seguro. É essencial uma protecção para a cabeça, ou “toque”, que tenha um tamanho adequado e obedeça aos padrões de segurança, assim como calçado seguro: as botas jodhpur ou as botas de borracha são uma solução muito pouco dispendiosa. Usar botas de sola rígida ou calçado desportivo torna-se perigo dado que podem escorregar para dentro dos estribos ou estes podem ficar na ponta dos pés.

Caso não queira investir em calções de montar no início, opte por roupas nem muito largas nem muito apertadas, calças sem costuras de lado (são muito mais confortáveis que “jeans”) e umas luvas de algodão ou lã. Pode também adquirir um colete de protecção, quando iniciar o salto de obstáculos, principalmente em “cross country”.
As primeiras lições:

As primeiras aulas devem ser individuais, podendo mais tarde ter lições em grupo onde tirará mais proveito e divertimento.
Provavelmente no inicio, sentir-se-á um pouco nervoso e surgir-lhe-ão questões tais como:
  • Será que vou fazer figura de “parvo”? 
  • Será que vou perder o controlo? 
  • Será que vou cair e magoar-me? 
  • Será que vou ter dores depois de montar?
A resposta deve ser sempre não. O professor deve estar sempre no controlo, escolhendo um cavalo calmo e experiente e conduzi-lo por uma guia (uma rédea longa com que se controla o cavalo enquanto este anda em círculo), assim, só tem que seguir as indicações e fundamentos do professor, ficar bem concentrado e adaptar-se ao movimento do cavalo.

No inicio, o ideal é montar uma vez por semana, no entanto se o fizer duas vezes por semana vai progredir mais rapidamente. Entre as aulas pode nadar, pedalar ou saltar á corda pois estes exercícios ajudam a tonificar os músculos que são utilizados quando monta.
Comunicar com os Cavalos:

Ao aprender a montar você também vai estar a apreender a comunicar com estes animais.

A sua postura quando se senta em cima do cavalo é muito importante, e não é apenas para ficar bonito, mas também para que consiga dar indicações ao cavalo com o assento, as pernas, as mãos e também a voz. A primeira coisa a aprender é manter o equilíbrio a passo, depois a trote e em seguida o galope.
No passo, deve conseguir contar até 1,2,3,4 ao ouvir as batidas dos cascos; no trote o ritmo é 1,2 à medida que o cavalo avança as pernas em pares de diagonais; no galope o cavalo já se move a um ritmo de 1,2,3. A galope o cavalo dá passadas maiores com um dos membros anteriores, assim ao galopar em círculo, este membro deve ser o do lado de dentro devido ao equilíbrio. Nenhum cavaleiro, nem mesmo os melhores, deixa de aprender e é sempre necessário muita prática. Pode ter em conta os seguintes conselhos:
  • Não olhe para baixo mas sempre para onde quer ir; 
  • Não sustenha a respiração, pois fica mais descontraído; 
  • Ao segurar as rédeas pense que têm um passarinho nas mãos agarre-o para que não fuja mas não o aperte para não o magoar; 
  • Ao trotar ou a galopar tente captar o movimento com a cintura; um bom cavaleiro apesar de parecer que está quieto acompanha o movimento do cavalo.
Compreender a mentalidade do Cavalo:

Para aumentar a sua confiança tente apreender a lidar com os cavalos e a pensar como eles: sempre que possa mexa, limpe e aparelhe os cavalos, ao mesmo tempo que fala com eles calmamente: evite os gestos bruscos e sons fortes, pois até o pónei mais dócil pode assustar-se com estes estímulos.

O cavalo, têm um ângulo de visão de aproximadamente 360º, com um ângulo morto à frente, devido aos seus olhos estarem nos lados da cabeça. Utilize a linguagem corporal para comunicar com os cavalos, (por exemplo: se os olhar directamente nos olhos, têm tendência para se afastarem), mas sempre aproximando-se por um lado em que o possam ver.
Fazendo Progressos:

Ao longo da sua aprendizagem, não deve resistir ao deparar-se com obstáculos difíceis de ultrapassar ou se não tiver uma evolução contínua, deve procurar o seu professor sempre que algo o preocupa.

A etapa que sucede à aprendizagem das bases à guia é montar em escola num recinto fechado. Geralmente este recinto tem à volta letras A, K, E, H, C, M, B e F, que não têm um significado conhecido mas a frase em inglês “All King Edward´s Horses Can Manage Big Fences” é uma boa mnemónica. Estas letras servem de ponto de referência ao fazer os círculos. Pode juntar-se a um grupo para fazer aulas em campo aberto, após ter conseguido andar a passo, trote e galope com segurança. Isto vai ajudá-lo a ganhar confiança e também a aperceber-se que os cavalos se tornam mais atentos ao que os rodeia nesse meio que em recinto fechado.

Observar cavaleiros mais experientes, a trabalhar, em vídeo, em competição vai também ajudá-lo pois vai ter uma noção visual da maneira correcta de montar podendo isso influenciá-lo.
Trabalho sobre Obstáculos e Trabalho no Plano:

Trabalhar sobre cavaletes e obstáculos pequenos só lhe vai trazer vantagens, mesmo que goste de sentir os pés do seu cavalo bem assentes no chão: para além de incentivar o cavalo a fazer uso dos membros posteriores no trabalho vai ensinar-lhe a captar o ritmo do cavalo, a coordenar os movimentos e a equilibrar-se. O cavalo cria a sua impulsão (energia) na parte de trás, na garupa e nos membros posteriores, enquanto que essa energia é controlada e dirigida pelas suas mãos, é por isso que os saltos e o trabalho no plano são actividades que se complementam.

A sua iniciação nos saltos irá ser feita com varas no chão e cavaletes. Vai aprender a montar sobre linhas de varas paralelas cuja distância vai ser adequada as passadas do cavalo. Com o passar do tempo o percurso de obstáculos vai fazer combinar todas as técnicas que aprendeu.

Imagem do mês de Setembro

Sondagem encerrada!

Leitores do Blog, a Sondagem já terminou e já temos os resultados dela! O Blog já teve mais votos em outras sondagens do que este (25 votos), mas agradeço imenso de terem participado.
A pergunta desta sondagem era: 
''Gostavas de aprender a montar a cavalo?''


E as respostas foram:
  • Eu já monto a cavalo! (com 15 votos / 60%)
  • Eu adoraria! Sempre quis saber montar! (com 7 votos / 28%)
  • Eu gostava muito de montar, mas tenho medo deles pois são grandes! (com 1 voto / 4%)
  • Gostava apenas de experimentar para ver como funciona aquilo tudo. ( com 2 votos / 8%)
  • Não me interesso pela equitação, e se gosto é de ver os outros a montar. ( com 2 votos / 8%)

Gostaram dos resultados? Cá para mim, sim! Nunca pensei que houvesse tanta gente que já montasse a cavalo. Bem, para aqueles que gostavam de aprender, vou fazer uma publicação a falar sobre as aulas de equitação.

Como são os cavalos em todo o mundo?

  • Barbados
Barbados é o país mais oriental das Caraíbas, situado no Oceano Atlântico. Os cavalos de lá, são usados ​​em uma ampla variedade de formas, ou seja, dependendo do tamanho da conta bancária dos seus proprietários.

Não só existem uma série de pólo e cavalos de corrida a ser encontrado, também existem animais locais usados ​​para o turismo e transporte.