sexta-feira, 15 de março de 2013

Problemas de saúde equina (Lesões e hemorragias)

O Amantes de Cavalos, a partir de hoje, vai publicar uma nova rubrica tal como acontece com a de ''Raças'' e a rubrica de ''Como são os cavalos em todo o mundo''. Chamar-se-à ''Problemas de saúde equina'' que fará referência a vários problemas de saúde (doenças, inflamações, infeções, entre outros...) e os seus respetivos conselhos, permitindo uma expansão de informação sobre o mesmo.


  • Lesões e hemorragias
  Em relação às escoriações (arranhadura; esfoladela) normalmente não é preciso chamar o veterinário. Para feridas no tronco, usa-se iodopovidona, um antibiótico em spray ou um unguento. As lesões nos membros devem-se, são raras vezes, à celulite e, por isso, devem ser tratadas com cuidado. O veterinário pode prevenir esta doença aplicando um antibiótico. As feridas de maior dimensão devem ser sempre tratadas por um veterinário. Enquanto este não chega, deve-se, na medida do possível, cobrir a ferida com gaze esterilizada, e nada mais. Só o veterinário pode diagnosticar se se trata de uma lesão articular, óssea ou tendinosa. As feridas com hemorragia abundante de vem ter prioridade: primeiro é, preciso chamar o veterinário; depois, pressiona-se ou aperta-se o vaso sanguíneo a montante da ferida e, em seguida, aplica-se uma ligadura de compressão e solta-se o garrote.

  A celulite é um processo inflamatório provocado pela entrada de germes no tecido subcutâneo, através de pequenas feridas nos membros, onde se multiplicam.

A inflamação alastra-se rapidamente e o membro fica inchado e com temperatura elevada. Se tal acontecer, é preciso chamar o veterinário. O cavalo tem de permanecer totalmente imobilizado e a temperatura da perna deve ser aliviada com água fria.

Importante: Os cavalos possuem um sentido do olfato altamente desenvolvido. O seu cérebro está programado para interpretar o cheiro a sangue como sinal de grande perigo. Por essa razão é que um cavalo normal e inteligente ativa o seu instinto de fuga em reação ao cheiro a sangue. Em caso de acidente num passeio em grupo é necessário manter os outros cavalos a uma distância segura do cavalo ferido.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Imagem do mês


Carne de cavalo é encontrada em lasanha à bolonhesa na Itália

Resultado de exame foi positivo em produto da empresa Primia.
Trata-se da primeira vez em que a carne é detectada no país.

Carne de cavalo foi encontrada pela primeira vez em lasanhas à bolonhesa na Itália, fabricadas pela empresa Primia, na região da Bolonha (centro), anunciou sábado dia 23, pelo ministério italiano da Saúde.

''Houve um teste positivo para carne de cavalo que não era mencionada no rótulo' do produto apreendido em um supermercado em Brescia (norte), continuou o ministério.
  Os produtos confiscados eram fabricados em San Giovanni in Persiceto, na região da Bolonha, onde a lasanha é um prato típico.
  O produto era fabricado pela empresa Primia, que usou carne moída da empresa de importação e exportação DIA, de Calcinato, que por sua vez adquiria produtos de duas empresas da província de Brescia (norte), onde são feitos controles.

Escândalo
  O escândalo começou com a descoberta da presença de carne de cavalo em hambúrgueres vendidos como carne bovina no Reino Unido e envolve uma longa lista de intermediários em diversos países europeus.
  A principal acusada no caso é a francesa Spanghero, cuja licença sanitária foi suspensa nesta quinta-feira ante suspeitas de que teria vendido 750 toneladas de carne etiquetada como bovina sabendo que era, na realidade, de cavalo.
  Segundo o ministro francês de Consumo, Benoît Hamon, o produto teria sido vendido para a Spanghero por abatedouros da Romênia, corretamente anunciado como carne de cavalo. A companhia teria revendido o produto como carne bovina para a também francesa Comigel, que o utilizou em lasanhas congeladas fabricadas em sua subsidiária Tavola, com sede em Luxemburgo.

A agência francesa antifraude estima que o produto tenha sido utilizado em mais de 4,5 milhões de pratos preparados pela Comigel vendidos como sendo à base de carne bovina a 28 companhias de 13 países europeus.

Cavalo vendido a preço de saldo

Há cada vez mais pessoas a desfazerem-se dos cavalos perante o custo que representa a estada num picadeiro. Em tempo de crise, 400 euros não são para qualquer bolsa, e muitos acabam mesmo por dar os animais. Fernando Carlos, equitador em Ponte de Sor, explica que em 2011 tinha, por esta altura do ano, 22 cavalos no picadeiro: actualmente tem 15 e está em risco de perder sete destes.

"No meu picadeiro, o preço mensal é de 350 euros, mas há locais onde são pedidos 400 euros. Os proprietários dos animais não têm esse dinheiro para manter os animais e optam por vendê-los, dar ou então levá--los para casa, ficando com o trabalho de cuidar deles", explica o equitador.
O aumento da oferta de equinos levou a uma rápida desvalorização. "Um cavalo que há um ano custava 15 mil euros, hoje é vendido por cinco mil euros", acrescenta Fernando Carlos. A desvalorização não significa, contudo, que os animais estejam a ser encaminhados para os talhos. "O preço para abate é muito mais baixo e não compensa", acrescenta o empresário. No matadouro, um animal terá um valor de 500 euros, pelo que são abatidos apenas animais que sofreram algum acidente, potros sem perfil ou éguas já de idade.
"Não há criação de cavalos para consumo em Portugal", explica Vital Simões, que na última semana abriu um talho na Brandoa, Amadora, consciente de que com a crise há maior procura desta carne: o bife não chega aos 6 euros/quilo e o hambúrguer custa 0,30 cêntimos.

Raças (Einsiedler)


O seu nome deve-se à abadia beneditina de Einsiedler, na Suíça, onde já em 1604 se menciona a existência de uma coudelaria. Antigamente, o Einsiedler (altura: 156 a 165 cm) era criado com o único propósito de satisfazer as necessidades dos monges viajantes. Somento no século XVI é que foram exportados muitos ''cavalos dos monges'', sobretudo para Itália.

Durante a Revolução Francesa, quase todos os cavalos foram levados, no final do século XVIII, para França como troféus.

Só quando o garanhão Yorkshire Bracken e os garanhões Anglo-Normandos Corall e Egalité foram comprados em 1866, 1883 e 1885, respetivamente, é que a criação deste cavalo conheceu um novo impulso.

No início do século XX foi finalmente introduzido sangue inglês do Hackney, com especial relevo para o contributo do garanhão Thirtleby-Saxonia. O Einsiedler esteve na base do Sangue-Quente Suíço, do qual hoje já não se distingue.

domingo, 10 de março de 2013

Esculturas de cavalos

Feitos através de materiais como:

  • Madeira

(De Heather Jansch)


  • Metal

(De Andrew Whitehead)
(De Peter Busby of Cornwall Bridge)
(De Andy Scott)
  • Plástico

(De Sayaka Ganz)


  • Mosaico